A realidade virtual era uma ideia distante que ouço falar desde criança.
Foram tantos filmes, desenhos e seriados abordando o tema que o conceito se revestiu de mística, ao menos para as últimas gerações.

Como de costume, a ficção vai gradativamente se materializando em nossas vidas. Jornalistas e pesquisadores bradam que o ano de 2016 é o ano da realidade virtual. É difícil contrariar as previsões vendo os investimentos colossais que Google, Microsoft, Sony, HT e Facebook tem feito em realidade virtual.

 

O plano é que ela chegue em milhares de casas nesse ano, assim como lentamente foi se espalhando o uso de computadores domésticos de meados dos anos 80 até serem cotidianos lá pelo fim dos anos 90, no Brasil.

 

Muito mais simples e sociais do que nos filmes, os óculos e headsets que nos imergem em realidades digitalizadas estão entrando no mercado através de jogos e simuladores.

 

Resumindo, Realidade Virtual é uma interface que engana os sentidos do usuário através de um ambiente virtual criado no computador. Quando alia recursos sonoros, visuais e táteis, a experiência em RV é a de uma imersão completa em simulações programadas. Nas mais completas interfaces, é possível interagir com a programação.

Mesmo que o mercado esteja empurrando a tecnologia para área de entretenimento, desde a década de 70 soldados norte-americanos fazem treinamentos imersos em RV. A viabilidade nos ramos da educação é valiosíssima, afinal imaginem transportar alunos para outros lugares do mundo, ou momentos históricos distintos?

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Militar americano em treinamento com RV

 

Outra funcionalidade em prática é no tratamento de fobias e transtornos. Já se usa a tecnologia há muitos anos, mas para um número ainda muito limitado de profissionais incorporando a técnica. Em Londres, por exemplo dois psicólogos adaptaram o modelo Rift do Facebook para tratar uma menina com fobia de elevadores; essa potencialidade é algo que esperamos contribuir amplamente para o bem-estar humano.

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Clínica Virtual Exposure Therapy tratando paciente com fobias de elevadores.

Imaginem quantas possibilidades para negócios, comunicação e artes se abrirão muito brevemente? Veremos tudo isso acontecendo. A curiosidade aperta, mas com certeza a realidade virtual se aproxima cada vez mais aos olhos de todos.

E olha que ainda não falamos exatamente de realidade aumentada, mas isso é assunto para um próximo post…